quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

É tanta gente querendo ser gente que no final quem nos perde somos nós.

2012 está quase no fim, e eu posso afirmar que este ano, embora tenha julgado que seria horrível, foi ótimo. Eu andava perdida pelos corredores da escola com sorrisos bobos e tentando provar quem eu realmente não era e ao mesmo tentava me achar. Já vive tão pouco mas ao mesmo tempo me arrependo plenamente do que não vivi por medo, e quando errei afirmo que foi para o melhor. Eu perdi duas pessoas para o mundo, o que magoou profundamente, mas ao mesmo tempo abriu portas para mais pessoas entrarem em meu mundo, amizades que nunca imaginei que conseguiria em minha vida. Eu amei, e como amei, amei marcos, amei rafael, amei pedro, amei até leonardo e além de tudo aprendi a me amar. Também não posso negar que chorei, chorei pela minha mãe, chorei pelo meu pai, chorei pela minha avó que há muito tempo batalha nesta vida dura, chorei por muitos e chorei exclusivamente para mim. E no meio deste percurso, eu finalmente posso afirmar que me achei, bem ali, escondida por entre as sombrias nuvens da adolescência.
Você pode tentar achar felicidade em qualquer lugar de sua vida e tentar colorir seus momentos apoiando-se e esperando sempre outra pessoa, mas a única pessoa qualificada para viver é você e apenas você.
O corpo morre, mas a alma é imortal, ela transmite a sabedoria. Então pegue seu melhor pincel, e mesmo que a pintura esteja borrada ou torta, todas as linhas tem um propósito e se encontram no final, e quando isto acontece fechamos os olhos e dizemos adeus ao mundo.

sábado, 11 de agosto de 2012


Eu tenho um monstro.
 Não é bem um monstro perverso e sim meu amor, o amo como amei a ti e amei a ele, ele nasceu da ignorância do mundo que vem de um herança devidamente maldoso. 
Ele é gentil e se somente chegar perto dele poderá ver que seu pequeno grande coração pode explodir, e então poderá ver ainda atrás deste pequeno grande coração o tamanho que o meu realmente alcança, já que este monstro sou eu, mas eu não sou este monstro.
 Amo-te como amo ao monstro e lhe ignoro como o mundo cresceu, por isso vestirei minha capa de chuva e ficarei a espera que o meu segundo monstro apareça, e este com certeza eu serei.


É como se todo dia se repetisse e continuasse a viver nesta rotineira confusão de sentimentos que me sobem a cabeça e simplesmente não consigo mandá-los embora. A luz do teu olhar já não é a mesma quando me olhas com aquele sorriso que tanto me apaixonei e eu, já não lhe olho com a mesma utopia de antes. O que aconteceu? O que atrapalhou? Digo que nada, apenas mudamos, ficamos longe um do outro. Mas um dia deverás olhar para trás e lembrarás como foi tudo um sonho, e quando passar pela rua e não lhe olhar saberei que neste instante nunca nos conhecemos, porque eu morta não conheci ninguém e você vivo nunca me enxergou. Deitada sob aquela cama de hospital refleti sobre a vida e enquanto sentia o pequeno fluxo de ar invadindo minhas narinas então por um momento pensei, que seja eterno enquanto dure. 
E como durou, apenas por mim anos e mais anos, já que vivi praticamente mil vidas e cem delas mortas como se fosse uma espécie de sonho.
Aliás és meu sonho e nele agarro-me toda noite.




segunda-feira, 4 de junho de 2012


Eu queria você de todas as maneiras possíveis que se pode querer alguém, amei por você, amei por nós, amei por mim, mas você nunca se importou tanto com este amor. Sempre neste jogo bipolar de amo-ti e deixo-ti, quero segurar-lhe em meus braços e não lhe soltar nunca mais.
Quero acordar e ter você aqui comigo, todos os dias, com estes olhos de ressaca me observando enquanto espalhamos o amor por todo o planeta e completamos o circulo. Porque já não sei se me queres como amiga ou amante, não dizes nada, então entreguei o caso bipolar para Deus, mas não adiantou muito porque por mais que tentasse lhe esquecer ainda lembrava de nós ao som daquela música. E então, como ficamos? Já não sei o quanto mais aguentarei, sinto que está acabado e estou indo para baixo, mas não desistindo, apenas sucumbindo a este amor tão bravo como os oceanos que nos seguram em seu berço maternal. Nossa devoção já é remota, preciso que você me ajude a decifrar este anagrama que está em nossos olhos. Você assim, com este jeito meio torto que me faz lhe amor, sim! Você meio assim, com estes olhos azuis, Você comigo, paraíso, porque já é hora destes olhos de oceanos cujo dono é um leão vir para cá e me beijar.

sábado, 26 de maio de 2012


                              

Criança tola, valsando ao som da triste melodia de um amor perdido, rezando por esperança e se alimentando de ilusão, a onde está você meu bem? Relando em um abismo  de teclas brancas e negras de um piano, oscilando em pensamentos ligeiros e criando fantasias belas para proferir as palavras de olhares penetrantes. Sangrando pelo chão, criança do escuro, alma vazia de casamentos reais e alienados. Som da triste melodia daquela caixa ali atrás do coração que impulsiona a disseminação na pandemia de meu coração. Ó alma negra como o céu preto do inferno que abrange e toma minha alma bondosa, corta-me em pedaços mata-me lentamente. Vá embora antes que eu volte, e retornarei clamando o imenso vazio bondoso de um amor perdido.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

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Havia só três coisas que ela precisava, um bom vinho, algumas estrofes e ele. Mas a onde ele se encontrava,?Certamente não em seu despedaçado coração. Estava deitada no sofá, algumas lágrimas travessas já haviam escapado de seus olhos noturnos de ressaca. Encarava o teto, e em uma questão filosófica avaliava os padrões de sua vida e de repente pensou em tudo que já fez em sua vida. Tentava parar o fluxo de adrenalina que corria em suas veias, mas o mundo ficou branco. 
Como uma paz, após uma longa tormenta era o sentido de seus esperançosos braços em relação ao indecente artista que cogitara seu futuro. Lá ela o via, e neste parafraseado de olhares desvairados pela vergonha encontravam buracos cavados sem vida. Sangue, que corria e coloria o tapete espérico de sua ambígua sala. Imagens desvairadas e enterradas, tudo se encaixou como se fosse vida e mundo. Abriu os olhos cor de terra, se levantou, e foi então rumo ao sol enfeitiçado de promessas. detalhista 

sábado, 19 de maio de 2012

Tocando em teclas brancas e negras em um piano as margens do fogo que corrompe e constrói minha dor e percorre minhas veias. Querido desconhecido, como você me conhece por tanto tempo, tantas conversas. Você se aproveita da minha ilusão, eu lhe encontrei perdido, mas você sabe demais. Você me conhece, sempre fazendo tudo errado esperando pela aleluia, luz celestial em meio de vasto parque de escuridão.O que acontece agora que estamos longe do mundo e das esperanças.Aguardando a vida chegar enquanto observo seus rotineiros movimentos de paixão, deus olhos azuis já não se encomendam com a vida que trás a mim ó quando fonte de esperança alienada. A noite sempre apostando errado e vendo a chuva cair enquanto parto desta para outra. Vendo as prostitutas se vendendo e pensando em como me vendi a ti, daquele jeito meio cru e aonde você me levou.Depressão momentânea e fatal, onde canto palavras de morte, sangue descendo meus braços e pingando lentamente pelo chão, esparramando raiva e angustia, marcas não importam já que estive pensando no oceano da paz, lugar onde vamos após a claridade excessiva de um anjo enviado para nos salvar. Será hoje, sinto em minha pele a aleluia sagrada vindo me buscar.

sexta-feira, 18 de maio de 2012


Estávamos ambos deitados, em uma mesma cama, mas separados por um ideal, onde tocar sua pele era como uma desejo insaciável. Olhar teus profundos olhos cor de céu e me levar a realeza da paz,onde não consigo falar ou respirar direito. Essa dor que me consome sempre que olho para seus impenetráveis olhos azuis. Aquele oceano de dúvidas me persegue não importa por onde ando e por onde minha insana mente percorre. Talvez porque você apesar de estar tão perto, esteja tão longe. Uma distância devota ao medo, quero lhe ver,e quando meu desejo se realizar correi para seus eternos braços, sentirei o cheiro do seu perfume em mim e pela primeira vez me sentirei feliz como já fui feliz em um sonho. Sei o preço que pagarei, palavras transmitidas, não fingidas palavras de chumbo. Mas lhe peço, querido amado que nunca me abandone, pois a dor será infinita já que não desistirei e sim sucumbirei a sua presença angelical que me deixa nervosa e me rouba as palavras. Palavras de devoção que levam há dúvidas de anos.Não me deixe ir, não agora, preciso mudar de cidade, rebobinar as fitar e refazer as palavras. Preciso de você agora mais que nunca, preciso destes olhos de oceano aqui comigo, agora.

domingo, 15 de abril de 2012


Em dias claros, abra seus olhos e deixa os raios solares penetrarem em sua alma e lavar-lhe todos os males e as angustias que um dia carregou ou carrega, pois é difícil viver, acredite, há dias em que tudo parece nublado,mas as cores aparecem em dias nublados onde não ha ninguém para nos resgatar e devemos nos estender como soldados em um campo e continuar. Como soldados temos minas, e nelas nos machucamos,nos ferimos profundamente e rasgamos o coração em sinal de recuperação e nada vimos a não ser pilulas de alienação momentânea. Veja o céu, como é azul, mas será que ele é realmente azul ou estou apenas imaginando algo que quero pensar. Deixe a luz passar por você, deixe ela iluminar cada canto da sua alma para que em períodos negros você consiga vê-la e se espelhar em esperanças. Não espere por um herói, seja o seu herói e salve-se no tempo a tempo.


Tudo é tão confuso porque as coisas tem que ser assim? Já não posso viver, não sinto tal animo, as cicatrizes me enchem até o pescoço, e você já não me ajuda em nada, tão longe que nunca consigo ver sua face e teus olhos azuis.Tocar teus cabelos loiros, Deus, porque dói tanto se nada que consigo fazer parece ser suficiente, presa neste mundo sem explicações apenas regras inválidas e mentiras conjuradas em minha face. Falsidade me rodeia e sinto apenas todo dia vontade de trancar-me no quarto e lá ficar, sozinha com minhas lágrimas de dor e sangue. Acho que sempre quero o melhor, mas apenas recebo o pior sentimento, você por ai circulando, me ignorando,vivendo sua vida e cada dia me deixando um passo para trás. Foi  hoje mesmo, aquela tesoura e você como motivo, não quero mais fazer isso, saiam de mim  dores que me dominam e invadam meu peito. Não sei se posso ficar assim por tanto tempo, vamos devagar antes que caíamos, é que algumas vezes eu fecho meus olhos e posso ver a onde eu morava, meu abrigo, a onde nós estávamos.Mas nada disso importa, vamos lá eu e você, duas pessoas, amantes desconhecidos, vamos viver a vida , vamos embora carregando nossas dores do coração, engolir o sofrimento e tentar não nos matar enquanto sorrimos.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012


Sou uma sertaneja sem esperança, que vivo neste sol de matar e trabalho duplamente por mim e por meu coração. Ambos caminhamos pelo sertão, enfrentamos tempos de seca tremenda, onde não há esperança e tudo se torna cinza. Os dias são longos a miséria me encontra mais cedo, já que estou pronta para falecer em seus músculos, sim aqueles amados que apenas observo e intensamente desejo mas nunca consigo transcrever palavras de meu coração para a minha fala. Sei que em dias difíceis, devo abrir meus olhos e permanecer erguida. Há dias que no sertão, bate uma brisa, mas nada além de tentadora, nesses dais as coisas são diferentes apenas eu e meu livro. Meu amigo que caminha e me transporta insanamente para outros mundos e assim alienada continuo caminhando até meus pés sangrarem. Consigo sentir seus olhos em mim, me fuzilando como se fosse um santo Cristo e que está apenas pronto esperando por espinhos para me apunhalar. Mas sei que apesar de dias ruins neste sertão, irei encontrar uma árvore. E quando encontrar,  espero apenas de forma humana que tenha esperança. Queres me matar, siga em frente, mas antes de tirar a vida de alguém lebre-se que este está morto a tempos e a morte é apenas a esperança alienada de uma passagem boa  

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


Estava deitada quando ouvi uma pequena voz em meus ouvidos gritando "Mentirosa". Abri ligeiramente meus olhos e nada vi, fechei-os novamente e a mesma voz gritava em meus ouvidos e fazia com que as palavras entrassem em minha mente percorressem meu cérebro e por fim desembocassem meu coração. Podia sentir o som vacilante de meu espirito se manifestando, abri novamente meus olhos, mas desta vez e levantei de minha cara e rodopiei em volta de minha cama. Imaginei que iria cair mas minhas mãos foram mais ágeis e se apoiaram na cama, tomei um grande suspiro e pude sentir a brisa da glória. Me pus ereta, e andei no quarto de mãos abaixadas, caminhei até a porta. Podia ver manchas de sangue mas ignorei, estava perfeitamente bem. Quando notei estava nas alturas, sentia minha mão tocando o teto braco e então passei minha mão em meu corpo, contornando toda as linhas que e definiam. Voltei ao chão zonza e deitei-me, mas logo recolhi-me. Fechei-me em meu casulo com minhas pernas e pensamentos, fechei os olhos. Agora o som gritava "Ladra", incomodada abri novamente os olhos, senti várias mãos pegando meu corpo e empurrando-o para a porta e então pude perceber que estava fora de mim, fora de si. Meu corpo jazia na porta e fura vitima de um ataque, o sangue em minha porta era minha alma e meus olhos agora jaziam abertos enquanto me examinavam em minha cama. E diziam constantemente: "Mentirosa, por isto morreu" "Ladra, olhe para seu pescoço deveria ser decapitada" "Moveram seu corpo para a cama, assim poderia sonhar em paz". Por fim dei-me boa noite e dancei a valsa assombrada da noite.

Estava deitada havia um certo tempo ouvia apenas o ruido dos sinos se debatendo um contra os outros e então abriu os olhos cor de mar. Seu cabelo estava muito desarrumado, mas nem por isto ligou. Era o início de um novo século, de uma nova era e ela havia prometido para si mesmo que hoje e amanhã seria diferente. Então com um prazer vindo da luz que atravessava seu corpo e penetrava em sua alma, a garota se levantou.Passando a mão pelos móveis de carvalho sentia o cheiro matinal das flores e descobriu que lá que deveria estar. Correu então com seu vestido pesado para fora, a luz do céu já se camuflava com seus olhos de ressaca e seus pensamentos agora domavam com tanto medo que ela não sabia do que era capaz. E como era incapaz, correu para bem longe em direção ao sol, e continuou correndo até que encontrasse e que a razão penetrasse em sua alma e a mesmo pudesse ser lavada. Via os pássaros voando conforme ela levava seu medo para longe. Foi quando bem de longe avistou um lago negro. Sentia a escuridão vindo dele e fechou os olhos e quando os abriu novamente, sabia o que deveria saber. Tirou o pesado vestido verde escuro e rosa e o deixou no chão. Caminhando rumo ao brinde da morte ela molhava agora a ponta dos dedos, voltou a fechar novamente os olhos e mexeu a cabeça em sinal de aprovação. A água já batia por mais que sua cintura e logo estava em sua nuca. Não fraquejou, continuou o medo a inundava e agora já não conseguia alcançar a luz vivida, apenas a escuridão do lago. Abriu os lhos de maré brava na água negra, ardia e ela continuou. Então traiçoeiramente, ela caiu em um buraco perdendo de vez o pé. O desespero a dominava e estava confusa, via que não poderia escapar desta vez, já podia sentir a água invadindo seus pulmões e que o dia agora perdera totalmente o brilho, estava cada vez mais perto da escuridão, estava desistindo. Com um dos poucos fôlegos restantes ela saiu da bagunça e deu alguns passos a mais. Conseguia sentir agora seus pés na areia macia como seda. Subindo sua face ao sol, sentiu a esperança, continuou, agora o lago ficava cada vez mais raso. E então descobriu que a verdadeira inspiração não deveria ser aplicada a algum ser e sim a nós mesmos. Saiu então do lago caminhou novamente em rumo ao sol, só que desta vez apenas via um campo de trigo. Mesmo estando despida sabia que estava perto de casa  







segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012


Um brinde a nós, que esnobamos tudo e todos aqueles que se importam conosco que afastamos as únicas pessoas que um dia cuidaram de nós. Um brinde a ignorância, estamos tão focados em nós mesmos que não paramos para olhar para os outros, como perguntar a alguém se ela está realmente bem, um olhar pode contar a verdade que vários sorrisos escondem. Eu sei, pois sofro constantemente por várias coisas, queria poder tomar algo que aliviasse toda esta dor que surge em meu peito e me leva a lugares drásticos. Pude ver a luz em seus olhos, mesmo assim não disse nada. Vi seus olhos perderem o brilho e levando o tom vivo para a escuridão. Seu corpo se empalideceu, em mim,você partiu em mim e viveu sem mim. Lutei contra todos em meio de minhas palavras distorcidas e nervosas que esparramavam coisas sem sentido, todos os tempos, embora fossem curtos ,passaram pela minha mente e então pude notar que havia partido para bem longe. E aqui perante os vivos cheguei a conclusão de como somos um monte de nada, que lutamos por tudo sem saber   sobre algo. Congelei então meu coração, meio sem noção pelas palavras bonitas que um dia dissera, me levantei dali e fui aprender. Coloquei minha dor de lado para ajudar de outros. Alias cicatrizes sem orgulhos, denominam e me rotulam como fraca, bloqueando minha mente em vão me datando como morta.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012






- Amaldiçoada por mil anos a andar por estas terras onde só há destruição e ingratidão. A onde os pais são obrigados a mentir na face de seus filhos ao dizer que tudo irá ficar bem, quando todos nós sabes que não irá. Nada ficará bem, para mim ou para você, a vida é dura e a cada dia nos fere e a morte chega com seu cálice de culpa e nos toma a vida bem quando queremos dizer algo bom. Uma manhã espero estar a salva, e esse dia um dia chegará, nem que ande por mil mundos e atravesse mil lagos rios e mares. Acharei você, com seus olhos negros como a escuridão que atormenta meu cérebro. Seu sorriso de sol, iluminado pela inocência da vida. Tenho medo de que possa fazer com meu coração, tenho medo de dizer a ti para não me deixar sozinha e assim você descumpre suas promessas de um jogador. Sou uma Julieta da escuridão dominada pelos prazeres obscuros do sangue e você já não é meu Romeu para me tirar de lá. Somos ambos dois mortais presos na música de Apolo e nos embebedamos de ilusões oferecidas por Dionisio. Se no meio de tudo me perder espero ouvir sua voz ecoar minha mente. Minha criança, apenas feche os olhos pois a escuridão está chegando. Pegue seu cobertor e vai a procura de amor - Disse a menina enquanto o pequeno a olhava perante a cabeceira da cama - Um dia entenderá, o que a vida lhe trará. Um dia achará seus olhos da vida. E quando achar não se desespere os abrace com prazer - Então fechando os olhos de sangue ela descansou em paz e enquanto caminhava pela luz, o viu com seus olhos cor de escuridão e seus bracos grandes capazes de apertá-la amorosamente por uma eternidade

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012


Amizade assim nao esta em cada esquina presente em casa momento. Amizade assim nao existe. Amizade uma palavra tão curiosa, duas pessoas completamente diferentes mas tão completamentes completas. Alguns dizem que são irmãs trocadas em maternidade. Enquanto uma está impaciente outra ri desta mesma e quando uma está triste ombro por falta de um existe dois. Não muito tempo atras, estava aqui neste mesmo computador escrevendo sobre a mesma pessoa que abordo hoje novamente. Entao vamos começar,claro. Juliele, o que dizer sobre você, não sabia muito naquele tempo e continuo sem saber, mas posso lhe descrever com estas palavras: Tens um coração grande e bondoso, nunca se esqueça disto. Sei que muito pouco sei sobre você e outra coisa lhe digo. Mendiga! Tão mendiga a ponto de virar uma pomba que vive comendo coisas da rua. Tantas loucuras e quem é Alguém para falar do Blake? Aquele branquelo que hoje em dia já virou um brasileiro estragado e antes iluminava seus olhos e conseguia arrancar uma  faísca de ciúmes quando conversava com outras pessoas. Ciúmes? Este tem nome e endereço, Vinicius - Paraná. Ele não responde subnicks, apenas você. Pequeninas coisas sempre detalhadas em mentes. Marcou minha infeliz estrada, em dias turbulentos me ajudou e ajudou a todos. Nunca se esqueça que Lucas é uma única pessoa que pode ser divida entre duas amigas.Amiga diferente.Amizade verdadeira sem ressentimentos, apenas conhecimentos. Juliele, mundialmente conhecida por mim como Julis que a vida lhe traga muitos prazeres e felicidades e que sempre, apesar de sem se ver, eu seja sua amiga, para loucura, conselhos e infelicidade. Pois não há nada do que estar em casa.

sábado, 11 de fevereiro de 2012


Procuro a felicidade como nunca jamais procurei,momentos felizes que me rejuvenescem a cada olhar. Escolher sem ter medo das consequências. Neste inicio de ano, uma nova motivação. Uma vez de recomeçar, de ter uma esperança mesmo estando morto. Esse ano espero fogo. Fogo? Sim pois ele aquece os corações dos amantes interrompidos pela vida e solitários iludidos pelo mundo cruel e frio. A vida  ira transformar as pessoas, algumas se ferem. Nunca mais são as mesmas, se tornam frias outras se dão bem , conseguem achar a felicidade. Felicidade, palavra estranha, sentimento bom mas com um beneficio da duvida tremendo. Quero correr para bem longe me perder em meus pensamentos, conhecer desertos e passar cede , conhecer novas culturas pois nada no mundo é horrendo e sim diferente. Temos medo do diferente, medo do saber. Dançando sob o efeito moralista da cantiga,que fadiga, cansativa. Quero morrer, no tempo certo com a pessoa errada. Virar alguém neste mundo de tao sem-ninguens, mudar o planeta enquanto tudo esta parado e viver, acima de tudo, sobressaindo as expectativas

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



Apenas mais um dia para viver, mais uma lágrima para conter e apenas fingir. A onde está você hein? Não consegue enxergar o tanto que preciso de você? E se enxerga porque não fala? Você me deixou tão mal, era tão vivida e alegre. E como a morte você chegou, tomou tudo de mim tudo o que fiz foi amar. Amei errado, pois amar é ser amado e isso com certeza não obtive. Você cheio de si e todo o ego, queria poder estar um pouco em seu coração, queria ser aquela em quer você olha e vê a felicidade, estou tão distante tudo o que acho é saudade, cicatrizes já não bastam marcar pelo corpo, barriga, pulsos escolhas erradas e sentimentos tão cruéis. Porque senhor? Para que um sofrimento em uma pessoa certamente quero um abrigo. Semana passada foram 4 arranhões, hoje 9 golpes e amanhã será o que? Por favor, acabe com isso.Quero ficar melhor mas como lhe deixar para o passado, apenas não da. Você me tem e o pior é que machuca, arde e não me cura. Preciso achar meu caminho com ou sem você antes que a morte me sirva um brinde


Uma melodia paranoica, e então as pessoas como de tradição vão para o grande salão da vida, a mudança, andam de mãos dadas caminham sem motivo e sem fé, medo e dúvida. Uma grande incerteza, o menino ao seu lado, embora não saiba,poderia amá-la e ela sem negar,o excluíra. A mão do rapaz por baixo e a mão da garota por cima unido por um único toque ficando lado a lado e pensamento longe dos dois. A primeira batida é dada, cada um dá um passo a direita, separados pela vida, o amor platônico da garota agora se encontra ao seu lado, nunca estivera tão perto e ele nunca a ignorá-la tanto.Com suspiro o garoto mal amado olhava a amada amando o seu falso amado. Então outra batida todos se direcionaram para frente, e logo em seguida para a esquerda ficando enfim longe de seus parceiros,parcialmente houve uma troca, a menina finalmente estava dançando com seu amado,mas ele só mantinha os olhos atentos a garota loira que se encontrava a sua direita. O amado a rodou e novamente mudando de par, caiu nos braços de seu melhor amigo. Embora a vida lhe iludira seu amigo sempre estava ali para guiá-la para a pessoa certa como se fosse o sol de um grande e longo dia chuvoso. E então outra batida surgia, mais densa e mais tensa também como se fosse um grande toque da vida. O menino que realmente se importava com ela agora estava em seus braços, ele a apertou, pensou em dizer que a amava mas tarde demais. Outra troca, separados pelo destinos de baladas, ás lágrimas escorriam pelo rosto dela porque começava a enxergar a realidade. Manteve-se firme engoliu as lágrimas e comeu os soluços, agora o menino que tanto gostava finalmente estava com a loira e ela estava em um desconhecido. Como um raio de luz ela pensou em seu acompanhante e em como tanto tempo nunca fora capaz de notar que ele a amava. Tentou quebrar o ciclo vicioso da dança,correu, mas uma multidão a encurralou, escorraçando-a no chão, ferindo seu coração as palavras que os outros diziam lhe faziam chorar. Quando finalmente gritaram a ela que não tinha importância ela no mundo. Empurrou todos se enfureceu, tentou achar seu acompanhante mas as sombras ficavam a puxando para o chão, fazendo a se despir quase por inteira.Gritava desesperada - Deixe- me ! Seu vestido rasgado e deformado agora lhe era a esperança. Ouvia o coro e Aleluia, ali atrás depois de toda tormenta ele se encontrava como se não fosse mais a vida que lhe prendia e sim a felicidade dele. Sem palavras distorcidas seus olhares se encontraram ele a olhou pela última vez e ela assentiu com a cabeça. Sabia o que queria . A multidão de pessoas a olhava, quebrara definitivamente o circulo e então como a sabedoria em forma livre abriu as portas e apenas viu um branco. Estava em paz.



sábado, 21 de janeiro de 2012


Era um vez dois amantes, Ellie e Carl, eram amantes mas não se conheciam. Ela, de uma família rica e culta,ele um mero estudante em que iria normalmente parar em uma fabrica comum.Um dia se encontraram sem querer e começar a conversar. Ela era toda arrumada um exemplo, mas nele a graxa ainda se escondia por seu rosto acesso e apaixonado. Não se conheciam, mas se amavam como vários casais tentavam por mais de mil anos.Faziam tudo juntos, iam em shows, festas. Festa! Bom, foi ai que as coisas começaram  ficar complicadas... Certa vez Carl e Ellie foram em uma festa, dançaram a noite toda, cansados Carl foi foi buscar uma bebida e uma menina qualquer começou a paquerá-lo. Nem ligou, sempre teve olhos para Ellie, mas a menina estava fora de si e o agarrou dando-lhe um beijo, má escolha, a amante e paixão do rapaz vira tudo, saíra obviamente correndo e ele a perseguiu, mas quando a encontrou estava beijando outro cara que supostamente avançara em sua frente.Brigaram,dias sem se falar ele não telefonava, ela não escrevia, mas ambos na calada da noite se remexiam na cama de olhos abertos girando o pensamento e inventando desculpas. Até agora, você leitor deve estar se perguntando, e o que vem a diante? hei de lhes dizer. O que Carl não sabia enquanto bebia em um bar com sua identidade falsa e se deprimia em choros calados e respostas amargas, era que Ellie estava de partida e provavelmente nunca mais iria vê-la em sua vida, foi quando, seu velho amigo Tim empurrou as sedosas portas e entrou no estabelecimento, todos curvaram seus olhares a ele, o mesmo ignorou-os. Deu uma baite de uma bronca em Carl, como ele deixara ela escapar, o amargurado rapaz apenas respondeu " Não fiz nada, ela me abandonou". O amigo deu-lhe um soco em seus olhos e gritou " Do mesmo jeito em que eu lhe bati, você provavelmente quer me bater ISSO é uma resposta. Ellie está para ir embora e nunca irá vê-la idiota!" Um senso bateu em Carl no qual foi correndo para a casa da garota. tarde demais, já havia partido. Mas ainda, talvez, apenas aquele lugar. Entrou no carro e dirigiu até o lago em que certa vez levara a garota, rezou, e quando viu que não estava ali, seguiu adiante, pegou um barco e começou a remar, para o local sagrado e de repente viu uma pequena forma, parada observando o local e deu um sorriso. Atracou o barco, o mundo parecia em câmera lenta, então ela se virou, começaram a caminhar lentamente, o mundo perdera o folego.E Então ela começar  chorar e ele correu em sua direção, a garota pulou em seu colo " Sabia que se lembraria e me salvaria" - Pronunciou tais palavras e deu um sorriso. Branco, a imagem em sua cabeça estava branca. Em um universo paralelo ou então estivesse sonhando, mas foi quando abriu seus olhos fora que viu a cena amargurada, passara  noite no cemitério chorando sobre  cova de Ellie, a menina morrera havia anos enquanto dirigia para um lago, chorando. Embora Carl não sabia o que estivesse fazendo ali, nem a conhecia,muito menos sabia quem era ela, apenas pelos jornais e festas da sociedade. Mas de uma coisa Carl sabia, metade de seu coração havia morrido e infeliz, não sabia o motivo



E ai meu colega, o que irá ser? Felicidade momentânea ou melancolia antecipada?


Quero dias felizes, manhãs bem acordadas, daquelas em que você sabe o que te faz feliz, e o que te prende não é a gravidade e sim um olhar. Ainda tenho esperança desse dia, e como tenho. Um dia sem melancolias repentinas ou arrependimentos, palavras não devolvidas e amor indeciso. Quero um dia em que tudo dê certo, que se for para acontecer irá dar certo e poder dizer ás pessoas " Acho que a vida me sorriu" e as invejosas ou gananciosos que me aguardem,pois com tanta sorte poderei rezar por sua alma aguada. Quero viajar, ir para a cidade mais louca e perder tudo, perder tudo e ganhar histórias, amigos bem servidos e seguidores com fidelidade, um amor que não seja manipulado ou um soldado que seja ferido. Quero me curar e curar as feridas dos outros para me curar duplamente.Quero sorrir sem ter o que esconder, um amor pré-datado, com hora marcada...Com hora? Sim com hora, porque sem hora então nunca vem! Achar um antigo namorado e contar-lhe sobre a vida, ir em uma bote e flertar com pessoas muito mais velhas, dirigir um carro sem licença e ainda muito mais viver! Quero tantas coisas e acho que no meio de tanto quero faltou o faça, e entre linhas do faça vi o medo,pensei e como pensei, pensei até morrer, mas estou muito vivo obrigada! Vivo por fora morto por dentro.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012



Dar vazão há este sentimento que me transforma e me deixa cada vez mais brava... brava comigo mesma por não ser boa o bastante para você se importar.



Há algum tempo, não tão longe como você pensa havia uma garota, quieta e solitária. Se isolara de todos, morava em uma praia, sua casa de frente para o mar. Tinha uma vida exclusiva, aliás qual vida não é ou se torna exclusiva, nossa unica dadiva, embora não seja duradoura o tempo compensa as falhas e os erros. Olhava pensativa as ondas que iam e vinham e o seu barulho transformavam tudo em uma mera melodia seguida de sofrimento.A menina, que não era especial e sim esquecida, sabia o que deveria fazer para ter paz, mas não tinha coragem. Então vários dias se passaram até que uma bela noite ela acordou, seus olhos negros como a noite e desesperados como a miséria olharam por todos os lados. Chegara a hora. Sentou ao lado da cama , começou a chorar,pensou em seus amigos e chorou mais ainda e então pronunciou em uma voz gritada . - PORQUE ÁS PESSOAS SEMPRE VÃO EMBORA? - Em uma ressaca moral, não daquelas de bebida e sim de cansaço. Tentou se levantar, mas batia em todas as mobilhas e assim continuou até o banheiro, pegou seu pequeno canivete. Um corte, dois, três e vários. O sangue tomava conta de seu lívido e quase morto corpo, mas não era suficiente. Foi para fora de casa , um revolver estava e suas mãos, mas seria muita covardia.Então começou a se despir, primeiro o vestido ensanguentado, ficando apenas de roupas intimas, logo tirou suas roupas intimas. A moralidade e o peso da sociedade agora estavam para trás. Entrou no mar, e caminhou até que que pudesse alcançar o sol que já estava nascendo. E então caira em um buraco, uma falha que o mar tramara contra ela a água inundara seu pulmão e tomava-lhe a vida. os cortes ardiam e ela finalmente sentia um prazer, o prazer da morte. E Então quando o sol finalmente se pôs em pé para acordar os amantes depois de uma longa noite de sono, ela abriu os olhos negros de ressaca e afundou para sempre no fundo do oceano, a onde a leveza e a graça da água a deixavam em paz 



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sinfonia para os ouvidos
Gritos de agonia para o coração 
O dia vai, a noite vem
Eu aqui pensando encontrei
Que o mundo alem de cruel e sem razão
Apenas me trás a solidão
O suficiente para todos deixarem



Porque não pode ser você que vai me salvar? Eu preciso de uma luz no fim desse túnel, nesse sofrimento eu vejo as pessoas caírem e continuo sem responder como se estivesse submersa a deriva a onde luto contra as correntes para me salvar. Grito e como grito mas ninguém responde ao chamado? isto não se torna justo o suficiente. Como quero viver e morrer tanto quanto o primeiro. Vejo coisas em que não falo, conto coisas que gostaria de gritar e grito principalmente besteiras. Porque no fundo ninguém olha dentro e pergunta realmente como estou. O mundo se torna frio quando as pessoas que vivem nele egoístas se tornam mais ainda egocêntricas. Um corte, uma lagrima, uma palavra. Mil arranhões, três vezes a vida tirada de mim. Morta por mais de bilhões de golpes


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012



Eu te amo e também nunca te disse, vi você caminhar com seus próprios pés e me deixar para trás.Vi você me deixando, pedi paz mas o que chegou foi solidão. Não quero que me deixe, deixar um dia todos nos deixamos. Amigos, parentes escola, tudo passa na vida mas se for para ir embora, que não seja assim. Se for para ir embora me leve no local em que conhecemos e me diga '' Partirei mas voltarei para lhe buscar'' de-me flores e esperanças mesmo que nunca volte. E as cartas? tola foi eu que escrevi ,varias, 365 dias,12 meses. Fui tola e também não mandei. Não mandei por medo, medo de que você já estivesse em outra e nunca mais me olhasse, alias já não me olhas mais, apenas me xinga e acrescenta tristeza em minha vida. Acho que isto foi culpa minha, pois você me tem fácil demais e ano se torna capaz de cuidar do que possui. Então se já não se tornou reciproco, quem vai embora sou eu. Levando meu sofrimento aliviado pro grandes cicatrizes em meus pulsos

Na calada da noite, na hora em que os amantes e os enamorados se viam, ela estava em baixo da cama encolhida esperando ser salva. Os demônios em seu corpo gritavam por sangue e algumas vezes ela murmurava. Ela dizia que alguns ela se sentia como um nada e em alguns ela queria desistir, mas ele nunca deixava, ela queria ser livre, ser um pássaro, voar para longe a onde seu corpo nunca seria encontrado e a onde seu amor seria depositado na colina, a colina da espera. O espelho estava quebrado, as rosas murchas já não tinham o mesmo perfume de antes e pior ele havia partido. Até que ela se cansou, saiu de debaixo da cama. Quando seu corpo ficou ereto ela via os pedaços, os cacos do espelho, seu coração. Apenas olhou vagamente pelo lugar e continuou, procurava a tal arma, andava, e conforme andava os cacos cortavam seus pés. Ate que finalmente mutilada, ela achou a arma e então tudo ficou branco. Mas não era a morte era algum lugar, e o verde surgiu e então a fazenda e um belo campo de trigo, tinha um vestido longo e por entre o trigo ela o achou com uma camisa branca, mas na altura de seu peito havia sangue. Abraçaram-se como se nunca tivessem se visto foi quando a lagrima escorreu de seu olho ela descobriu do que se tratava, ele apenas afirmou e, desapareceu apenas suas roupas restaram. E então veio a deriva, e ela gritava – A onde você esta? Para onde foi? Eu sinto tanto sua falta. Preto, então soube que estava a meses ali naquele quarto de hotel. As noites em baixo da cama eram apenas os sentimentos enquanto estava em coma e ele com sangue, seria na vida real abraçado na sala de cirurgia depois que o medico declarou o orbito, sua morte. Seu espirito continuou ali, mas sua alma não pertencia ali e por seu lado passava pássaros dos mais lindos tipos. Então soube que era hora de partir para a paz. A paz branca revestida de prazer e dias boêmios