Era um vez dois amantes, Ellie e Carl, eram amantes mas não se conheciam. Ela, de uma família rica e culta,ele um mero estudante em que iria normalmente parar em uma fabrica comum.Um dia se encontraram sem querer e começar a conversar. Ela era toda arrumada um exemplo, mas nele a graxa ainda se escondia por seu rosto acesso e apaixonado. Não se conheciam, mas se amavam como vários casais tentavam por mais de mil anos.Faziam tudo juntos, iam em shows, festas. Festa! Bom, foi ai que as coisas começaram ficar complicadas... Certa vez Carl e Ellie foram em uma festa, dançaram a noite toda, cansados Carl foi foi buscar uma bebida e uma menina qualquer começou a paquerá-lo. Nem ligou, sempre teve olhos para Ellie, mas a menina estava fora de si e o agarrou dando-lhe um beijo, má escolha, a amante e paixão do rapaz vira tudo, saíra obviamente correndo e ele a perseguiu, mas quando a encontrou estava beijando outro cara que supostamente avançara em sua frente.Brigaram,dias sem se falar ele não telefonava, ela não escrevia, mas ambos na calada da noite se remexiam na cama de olhos abertos girando o pensamento e inventando desculpas. Até agora, você leitor deve estar se perguntando, e o que vem a diante? hei de lhes dizer. O que Carl não sabia enquanto bebia em um bar com sua identidade falsa e se deprimia em choros calados e respostas amargas, era que Ellie estava de partida e provavelmente nunca mais iria vê-la em sua vida, foi quando, seu velho amigo Tim empurrou as sedosas portas e entrou no estabelecimento, todos curvaram seus olhares a ele, o mesmo ignorou-os. Deu uma baite de uma bronca em Carl, como ele deixara ela escapar, o amargurado rapaz apenas respondeu " Não fiz nada, ela me abandonou". O amigo deu-lhe um soco em seus olhos e gritou " Do mesmo jeito em que eu lhe bati, você provavelmente quer me bater ISSO é uma resposta. Ellie está para ir embora e nunca irá vê-la idiota!" Um senso bateu em Carl no qual foi correndo para a casa da garota. tarde demais, já havia partido. Mas ainda, talvez, apenas aquele lugar. Entrou no carro e dirigiu até o lago em que certa vez levara a garota, rezou, e quando viu que não estava ali, seguiu adiante, pegou um barco e começou a remar, para o local sagrado e de repente viu uma pequena forma, parada observando o local e deu um sorriso. Atracou o barco, o mundo parecia em câmera lenta, então ela se virou, começaram a caminhar lentamente, o mundo perdera o folego.E Então ela começar chorar e ele correu em sua direção, a garota pulou em seu colo " Sabia que se lembraria e me salvaria" - Pronunciou tais palavras e deu um sorriso. Branco, a imagem em sua cabeça estava branca. Em um universo paralelo ou então estivesse sonhando, mas foi quando abriu seus olhos fora que viu a cena amargurada, passara noite no cemitério chorando sobre cova de Ellie, a menina morrera havia anos enquanto dirigia para um lago, chorando. Embora Carl não sabia o que estivesse fazendo ali, nem a conhecia,muito menos sabia quem era ela, apenas pelos jornais e festas da sociedade. Mas de uma coisa Carl sabia, metade de seu coração havia morrido e infeliz, não sabia o motivo
sábado, 21 de janeiro de 2012
Quero dias felizes, manhãs bem acordadas, daquelas em que você sabe o que te faz feliz, e o que te prende não é a gravidade e sim um olhar. Ainda tenho esperança desse dia, e como tenho. Um dia sem melancolias repentinas ou arrependimentos, palavras não devolvidas e amor indeciso. Quero um dia em que tudo dê certo, que se for para acontecer irá dar certo e poder dizer ás pessoas " Acho que a vida me sorriu" e as invejosas ou gananciosos que me aguardem,pois com tanta sorte poderei rezar por sua alma aguada. Quero viajar, ir para a cidade mais louca e perder tudo, perder tudo e ganhar histórias, amigos bem servidos e seguidores com fidelidade, um amor que não seja manipulado ou um soldado que seja ferido. Quero me curar e curar as feridas dos outros para me curar duplamente.Quero sorrir sem ter o que esconder, um amor pré-datado, com hora marcada...Com hora? Sim com hora, porque sem hora então nunca vem! Achar um antigo namorado e contar-lhe sobre a vida, ir em uma bote e flertar com pessoas muito mais velhas, dirigir um carro sem licença e ainda muito mais viver! Quero tantas coisas e acho que no meio de tanto quero faltou o faça, e entre linhas do faça vi o medo,pensei e como pensei, pensei até morrer, mas estou muito vivo obrigada! Vivo por fora morto por dentro.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Há algum tempo, não tão longe como você pensa havia uma garota, quieta e solitária. Se isolara de todos, morava em uma praia, sua casa de frente para o mar. Tinha uma vida exclusiva, aliás qual vida não é ou se torna exclusiva, nossa unica dadiva, embora não seja duradoura o tempo compensa as falhas e os erros. Olhava pensativa as ondas que iam e vinham e o seu barulho transformavam tudo em uma mera melodia seguida de sofrimento.A menina, que não era especial e sim esquecida, sabia o que deveria fazer para ter paz, mas não tinha coragem. Então vários dias se passaram até que uma bela noite ela acordou, seus olhos negros como a noite e desesperados como a miséria olharam por todos os lados. Chegara a hora. Sentou ao lado da cama , começou a chorar,pensou em seus amigos e chorou mais ainda e então pronunciou em uma voz gritada . - PORQUE ÁS PESSOAS SEMPRE VÃO EMBORA? - Em uma ressaca moral, não daquelas de bebida e sim de cansaço. Tentou se levantar, mas batia em todas as mobilhas e assim continuou até o banheiro, pegou seu pequeno canivete. Um corte, dois, três e vários. O sangue tomava conta de seu lívido e quase morto corpo, mas não era suficiente. Foi para fora de casa , um revolver estava e suas mãos, mas seria muita covardia.Então começou a se despir, primeiro o vestido ensanguentado, ficando apenas de roupas intimas, logo tirou suas roupas intimas. A moralidade e o peso da sociedade agora estavam para trás. Entrou no mar, e caminhou até que que pudesse alcançar o sol que já estava nascendo. E então caira em um buraco, uma falha que o mar tramara contra ela a água inundara seu pulmão e tomava-lhe a vida. os cortes ardiam e ela finalmente sentia um prazer, o prazer da morte. E Então quando o sol finalmente se pôs em pé para acordar os amantes depois de uma longa noite de sono, ela abriu os olhos negros de ressaca e afundou para sempre no fundo do oceano, a onde a leveza e a graça da água a deixavam em paz
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Porque não pode ser você que vai me salvar? Eu preciso de uma luz no fim desse túnel, nesse sofrimento eu vejo as pessoas caírem e continuo sem responder como se estivesse submersa a deriva a onde luto contra as correntes para me salvar. Grito e como grito mas ninguém responde ao chamado? isto não se torna justo o suficiente. Como quero viver e morrer tanto quanto o primeiro. Vejo coisas em que não falo, conto coisas que gostaria de gritar e grito principalmente besteiras. Porque no fundo ninguém olha dentro e pergunta realmente como estou. O mundo se torna frio quando as pessoas que vivem nele egoístas se tornam mais ainda egocêntricas. Um corte, uma lagrima, uma palavra. Mil arranhões, três vezes a vida tirada de mim. Morta por mais de bilhões de golpes
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Eu te amo e também nunca te disse, vi você caminhar com seus próprios pés e me deixar para trás.Vi você me deixando, pedi paz mas o que chegou foi solidão. Não quero que me deixe, deixar um dia todos nos deixamos. Amigos, parentes escola, tudo passa na vida mas se for para ir embora, que não seja assim. Se for para ir embora me leve no local em que conhecemos e me diga '' Partirei mas voltarei para lhe buscar'' de-me flores e esperanças mesmo que nunca volte. E as cartas? tola foi eu que escrevi ,varias, 365 dias,12 meses. Fui tola e também não mandei. Não mandei por medo, medo de que você já estivesse em outra e nunca mais me olhasse, alias já não me olhas mais, apenas me xinga e acrescenta tristeza em minha vida. Acho que isto foi culpa minha, pois você me tem fácil demais e ano se torna capaz de cuidar do que possui. Então se já não se tornou reciproco, quem vai embora sou eu. Levando meu sofrimento aliviado pro grandes cicatrizes em meus pulsos
Na calada
da noite, na hora em que os amantes e os enamorados se viam, ela estava em
baixo da cama encolhida esperando ser salva. Os demônios em seu corpo gritavam
por sangue e algumas vezes ela murmurava. Ela dizia que alguns ela se sentia
como um nada e em alguns ela queria desistir, mas ele nunca deixava, ela queria
ser livre, ser um pássaro, voar para longe a onde seu corpo nunca seria
encontrado e a onde seu amor seria depositado na colina, a colina da espera. O
espelho estava quebrado, as rosas murchas já não tinham o mesmo perfume de
antes e pior ele havia partido. Até que ela se cansou, saiu de debaixo da cama.
Quando seu corpo ficou ereto ela via os pedaços, os cacos do espelho, seu
coração. Apenas olhou vagamente pelo lugar e continuou, procurava a tal arma,
andava, e conforme andava os cacos cortavam seus pés. Ate que finalmente
mutilada, ela achou a arma e então tudo ficou branco. Mas não era a morte era
algum lugar, e o verde surgiu e então a fazenda e um belo campo de trigo, tinha
um vestido longo e por entre o trigo ela o achou com uma camisa branca, mas na
altura de seu peito havia sangue. Abraçaram-se como se nunca tivessem se visto
foi quando a lagrima escorreu de seu olho ela descobriu do que se tratava, ele
apenas afirmou e, desapareceu apenas suas roupas restaram. E então veio a
deriva, e ela gritava – A onde você esta? Para onde foi? Eu sinto tanto sua
falta. Preto, então soube que estava a meses ali naquele quarto de hotel. As
noites em baixo da cama eram apenas os sentimentos enquanto estava em coma e
ele com sangue, seria na vida real abraçado na sala de cirurgia depois que o
medico declarou o orbito, sua morte. Seu espirito continuou ali, mas sua alma
não pertencia ali e por seu lado passava pássaros dos mais lindos tipos. Então
soube que era hora de partir para a paz. A paz branca revestida de prazer e
dias boêmios
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