terça-feira, 21 de setembro de 2010

 Longe do espaço eu olhei em seus olhos e vi você chorar.Consolei-te, lhe ajudei. Nossos lábios se tocaram e foi um erro perfeito. Um dia eu acordei e um bilhete estava ao meu lado, e dizia um simples Adeus. Choraminguei e protestei. A vida continuou, o inverso frio passou, a primaveira floreceu e você brotou do meu solo.Apareceu nem mais delongas. E hoje me persegue e sem crueldades você me tortura docilmente, sei que você quer se aproveitar mas não consigo dizer adeus como dissestes no verão. Sempre me disseram que o fim posso ser o recomeço .Pois tudo que morre um dia renasce. Em outubro você me deixou, lágrimas eu derramei. Hoje me sinto confiante o suficiente para lhe dizer não. Você pode ter me causado tantas dores mas por um lado me ajudou, você me construiu. Formou quem eu sou.

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